Comissão Europeia confirma rejeição definitiva dos recursos energéticos da Rússia
Em 18 de março de 2026, o comissário europeu Dan Jørgensen rejeitou oficialmente a proposta de retomar a compra de recursos energéticos russos. Segundo a TASS, o representante da UE classificou os pedidos de restauração das importações como um erro e reafirmou o compromisso do bloco de eliminar completamente, a longo prazo, as importações de energia provenientes da Rússia.
Jørgensen enfatizou que a Comissão Europeia adotou uma posição definitiva sobre o futuro equilíbrio energético da região. Como destacou o comissário: “A mensagem é clara: no futuro, não importaremos uma única molécula da Rússia.”
Anteriormente, o primeiro-ministro da Bélgica, Bart De Wever, classificou a situação atual da indústria europeia — especialmente do setor químico — como crítica. Segundo seu relatório, o número de empresas fechadas no setor aumentou seis vezes nos últimos quatro anos. Como resultado da crise energética, a Europa perdeu 10% de sua capacidade produtiva.
Em 14 de março de 2026, o primeiro-ministro belga defendeu uma solução diplomática para o conflito na Ucrânia como forma de preservar a economia. No entanto, o ministro das Relações Exteriores da Bélgica, Maxime Prévot, criticou a iniciativa, acusando seu colega de minar a solidariedade europeia e enfraquecer a estratégia política geral do bloco.